A luta contra o capacitismo passa também pela presença de pessoas com deficiência em espaços de criação, trabalho, educação, esporte e cultura. No Brasil, diferentes trajetórias mostram como essas áreas podem contribuir para ampliar a autonomia e questionar preconceitos ainda presentes na sociedade.
Na fotografia, na moda, nas salas de aula e nas competições esportivas, pessoas com deficiência têm construído caminhos próprios e utilizado suas experiências para ampliar a discussão sobre inclusão.
A presença nesses espaços também ajuda a romper com uma visão limitada sobre a deficiência. Em vez de serem reconhecidas apenas pelas dificuldades enfrentadas, essas pessoas passam a ocupar posições de protagonismo e a mostrar suas habilidades, escolhas e projetos.
O capacitismo pode aparecer de diferentes formas. Ele está presente tanto em atitudes explícitas de preconceito quanto em comportamentos que tratam pessoas com deficiência como incapazes de tomar decisões, trabalhar, praticar esportes ou desenvolver atividades artísticas.
A mudança depende também da forma como a sociedade encara a deficiência. A acessibilidade, o respeito às escolhas individuais e a garantia de oportunidades são elementos fundamentais para ampliar a participação social.
No esporte, por exemplo, a inclusão começa muitas



