O prefeito de Foz do Iguaçu, General Joaquim Silva e Luna, avalia que o resultado das eleições de 2026 abre um novo cenário para a articulação política do município. Após a definição dos eleitos, ele defendeu a aproximação da Prefeitura com os deputados que representarão a cidade e com o futuro governo estadual.
Para o prefeito, a presença de representantes de Foz na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados cria novos canais para a discussão de investimentos e projetos de interesse do município.
A partir da próxima legislatura, Foz contará com três deputados estaduais — Matheus Vermelho, Paulo Mac Donald e Yasmin Hachem — além de Matheus Vermelho na Câmara dos Deputados.
Silva e Luna afirmou que pretende manter o diálogo institucional com os parlamentares, independentemente das diferenças partidárias. A intenção é buscar articulação em torno de recursos e demandas que dependem das esferas estadual e federal.
Relação com o novo governo
O prefeito também comentou a eleição de Sérgio Moro para o Governo do Paraná. Silva e Luna havia declarado apoio ao candidato durante a campanha e afirmou que manteve sua posição ao longo da disputa.
Segundo o prefeito, após a confirmação do resultado, houve contato entre os dois. Moro teria agradecido pelo apoio e mencionado a votação obtida em Foz do Iguaçu.
A relação com o futuro governo estadual deverá ser uma das frentes de articulação da administração municipal nos próximos anos.
Resultado eleitoral
Ao avaliar as eleições, Silva e Luna também relacionou o resultado a uma mudança no cenário político brasileiro. O prefeito afirmou que, em sua avaliação, parte do eleitorado manifestou desejo por mudanças.
Ele também destacou o desempenho do PL nas eleições e a formação das novas bancadas no Congresso Nacional.
Apesar do encerramento do primeiro turno para os demais cargos, a eleição presidencial ainda terá uma segunda etapa. A votação está marcada para 25 de outubro.
Para Foz do Iguaçu, entretanto, o resultado estadual e federal já estabeleceu uma nova composição política. A partir de 2027, a Prefeitura terá diferentes interlocutores em Curitiba e Brasília, e o prefeito defende que essa estrutura seja utilizada para ampliar o diálogo institucional e buscar investimentos para a cidade.


