Mulher que atirou em criança jogou no Tigrinho para juntar dinheiro e comprar arma

Após ser baleada na cabeça, a bebê foi levada ao Hospital do Trabalhador (Foto: Colaboração/Banda B)

Uma mulher que teria atirado contra a cabeça de uma criança, de dois anos, em Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), informou que parte do valor para comprar a arma foi obtida com recursos que tinha em um jogo de aposta. A suspeita pagou R$ 3,5 mil na arma. 

Ainda segundo o depoimento, foram adquiridas 12 munições. Aproximadamente quatro teriam sido usadas para testes, enquanto as outras oito teriam sido reservadas para a execução do crime. Durante a ação, a mulher efetuou cerca de quatro disparos contra o veículo. 

O carro utilizado, que pertence ao marido, foi abandonado em outra cidade, no município de Itaperuçu. Conforme relato do homem, ela tentou apresentar uma versão diferente dos fatos ao chegar em casa, mas acabou confessando o crime.

Entenda o caso 

A criança, de apenas dois anos, foi baleada na manhã de segunda-feira (12) enquanto o pai dirigia em direção ao fórum municipal, onde participaria de uma audiência.

No entanto, durante o trajeto, a família foi surpreendida por uma emboscada, com disparos efetuados a partir de um Ford Fiesta. A avó da bebê, que também estava no veículo atingido pelos tiros, relatou os momentos de tensão vividos pela família.

“Estávamos indo para a delegacia em Bocaiúva para o meu marido prestar depoimento após um assalto contra um senhor de idade. Caluniaram o meu genro, dizendo que ele teria envolvimento. Quando saímos, o carro já estava lá. Eles emparelharam com o nosso e começaram a atirar, foram cerca de seis disparos. Era para ter morrido todo mundo”, afirmou Ana Regina de Paula Santos, em entrevista à Ric RECORD.

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