Ataque conjunto de EUA e Israel atinge Teerã e provoca retaliação iraniana

Foto Reprodução

Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na manhã deste sábado (28). A ofensiva ocorre após semanas de ameaças do presidente americano Donald Trump de lançar um grande ataque contra o país. A expectativa é que a operação se estenda por vários dias.

Segundo a imprensa iraniana, diversas regiões do território estariam sob ataque. O Exército israelense informou que “dezenas de alvos militares” foram atingidos até o momento. O Irã confirmou que iniciou ações de retaliação.

Explosões em Teerã

A capital iraniana, Teerã, registrou ao menos três explosões durante a chamada “Operação Fúria Épica”. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram grandes colunas de fumaça no centro da cidade.

Informações preliminares indicam que um dos ataques ocorreu nas proximidades de uma das residências do Líder Supremo iraniano, Ali Khamenei.

Autoridades de segurança israelenses afirmaram que um dos principais objetivos da primeira onda de bombardeios era atingir o maior número possível de lideranças estratégicas.

Declarações oficiais

Em publicação na rede social Truth Social, Donald Trump confirmou a ofensiva, afirmando que a ação tem como objetivo “defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano”.

Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou em vídeo que se trata de uma “operação conjunta” contra o que classificou como “ameaça existencial” representada pelo Irã.

Segundo Netanyahu, a ação pode “criar as condições para que o corajoso povo iraniano tome as rédeas do seu destino”.

Espaço aéreo fechado

Após a ofensiva, Israel e Irã anunciaram o fechamento de seus respectivos espaços aéreos.

O Ministério da Saúde iraniano informou que ambulâncias foram enviadas às áreas centrais de Teerã e que os hospitais estão em alerta. O número de feridos e os locais exatos atingidos ainda não foram oficialmente divulgados.

A informação inicial sobre o ataque foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que classificou a ofensiva como uma ação para “eliminar ameaças”, sem detalhar alvos específicos.

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