Foz do Iguaçu está recebendo uma nova estrutura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em um trecho estratégico da BR-277. A unidade está em construção no km 728 da rodovia, em frente ao Porto Seco, área que concentra parte importante do fluxo de caminhões que entram e saem da região de fronteira.
A obra é executada pela concessionária EPR Iguaçu e integra os investimentos previstos no contrato de concessão rodoviária. O objetivo é disponibilizar instalações adequadas para as atividades operacionais da PRF, incluindo fiscalização de veículos e atendimento às demandas relacionadas à segurança viária.
O projeto prevê uma edificação de 154 metros quadrados, além de cinco vagas de estacionamento público e uma área de aproximadamente 500 metros quadrados destinada às operações de fiscalização. O planejamento foi desenvolvido em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal para atender às necessidades do trabalho realizado no local.
Posição estratégica para o controle rodoviário
A localização próxima ao Porto Seco coloca a futura unidade em uma área de grande circulação de veículos de carga. A BR-277 é um dos principais corredores rodoviários de ligação entre o interior do Paraná, Foz do Iguaçu e a região de fronteira com o Paraguai.
Nesse contexto, a presença de uma estrutura operacional pode facilitar a organização das atividades policiais e oferecer melhores condições de trabalho aos agentes. A instalação, porém, não significa que o controle sobre o transporte de mercadorias ficará restrito à nova base, já que as ações de fiscalização também ocorrem em outros pontos das rodovias.
Entrega prevista para 2027
A unidade de Foz faz parte de um pacote de quatro estruturas operacionais previstas para o trecho administrado pela EPR Iguaçu. Também estão contempladas obras em Lindoeste, Laranjeiras do Sul e Guarapuava.
O cronograma divulgado prevê a conclusão das unidades até maio de 2027. A construção em Foz representa mais uma etapa dos investimentos em infraestrutura rodoviária na região Oeste, onde o movimento de cargas e a proximidade com a fronteira exigem atuação permanente dos órgãos de fiscalização.


